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Como superar o medo do desemprego?


O Brasil está batendo recordes de desemprego e, em meio toda essa crise, cada vez mais profissionais compartilham do medo de ser o próximo nas estatísticas. Mas isso pode ser evitado com mudanças de atitudes.

Em meio às tensões causadas pela crise econômica vivida pelo Brasil nasce um sentimento comum em vários brasileiros – o medo do desemprego. Embora as expectativas do governo estejam melhores, e até otimistas para o fim da crise, outros economistas são mais cautelosos em acreditar que seu fim esteja em 2017. Com todo esse cenário batemos recordes de desemprego, são mais de 12 milhões de desempregados.

Para manter-se empregado nesse momento em que as empresas estão reduzindo o quadro de pessoas, uma autoavaliação é um ótimo começo para identificar pontos fortes e fracos que podem ser trabalhados. Aspectos comportamentais, competências, desempenho e inovação podem ser desenvolvidas e aprimoradas para se tornar um talento atrativo para companhia.

Quando abordamos aspectos comportamentais destacam-se o posicionamento do colaborador com seus processos e atividades, como parte da equipe e como parte da empresa. Dentre alguns pontos negativos estão atrasos frequentes, desorganização, falta de comprometimento e ética.

As competências estão voltadas para os conhecimentos, e nesse ponto, condições financeiras e de tempo são as maiores desculpas para falta de interesse em se qualificar. Um exemplo clássico é o tempo que uma pessoa passa acessando redes sociais ao contrário de ler uma notícia jornalística, um livro ou realizar cursos disponibilizados por tantas instituições reconhecidas, gratuitamente pela internet.

É muito comum o colaborador achar que trabalha mais que os demais membros da equipe ou que trabalha muito pelo salário pago pela empresa. Esse é um pensamento medíocre, que impede a maioria dos profissionais de evoluir, atingir novos conhecimentos e crescer junto com a empresa. A área de Gestão de Pessoas deixou de oferecer cargos e aumento de salários por tempo de casa, o conceito é meritocracia. A produtividade e metas não são exclusivas para as linhas de produção e equipe de vendas, mas para todas as áreas da empresa, todos os colaboradores devem todos os dias estipular seus objetivos e se desafiar para a superação, contribuindo cada vez mais com o crescimento da empresa.

Inovar é uma dificuldade que pode ser trabalhada e pode ser um diferencial. Ao longo do tempo o hábito torna o colaborador robotizado, ele chega ao trabalho, se liga no automático e passa a fazer as mesmas coisas, da mesma maneira, por anos. Parar, rever processos e planejar é uma falha muito grande para muitos profissionais, mas reservar um tempo na agenda para realizar esses procedimentos fará uma grande diferença. O colaborador pode não “inventar a roda”, mas é o começo para despertar a vontade de querer fazer diferente e de pensar fora da caixa.

Seja autocrítico consigo, se avalie, deixe de se sentir merecedor de tudo e passe a oferecer um diferencial. Se torne competitivo dentro da empresa que atua e preparado para o mercado de trabalho. Mude de atitude, invista seu tempo em algo que lhe trará retorno, mesmo que seja em longo prazo. Estar preparado para os desafios trará autoconfiança para atravessar esse período de instabilidade.

Fonte: Administradores.com.br


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